segunda-feira, 26 de setembro de 2011
RECLAMAÇÃO DE MORADORES
Recebemos a seguinte reclamação via Orkut:
Silva jr boa noite,
cara tem um esgoto que já tem uns 3 anos que está em uma situaçao vergonhosa p entrada da cidade. em frente a casa de gineton vereador, ele falou q ja fez varios requerimentos e ate agora nada da uma paçada aqui com uma camera.
Está feito o registro.
sexta-feira, 18 de março de 2011
ORKUT DIFAMANDO PREFEITA FOI FEITO EM MOSSORÓ
sábado, 19 de fevereiro de 2011
PRAZO DADO PELA JUSTIÇA CHEGOU AO FIM
O prazo determinado pela justiça para que a empresa Google informasse o autor da página no Orkut denegrindo a imagem da prefeita de Upanema se encerrou nesta sexta-feira (18). As informações que temos é que pelo menos até o horário do almoço não tinha chegado nenhuma resposta do Google. Não sabemos se durante a tarde chegou alguma resposta.sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Justiça ordena que Google revele quem criou Orkut denegrindo a imagem de Maristela
sexta-feira, 9 de maio de 2008
DIREITO DE RESPOSTA CONCEDIDO GENTILMENTE AO VEREADOR VALÉRIO AUGUSTO
O vereador e ex-prefeito de Upanema, Valério Augusto, foi citado em um diálogo entre o fictício personagem de Mané Bola com Jander Freire na comunidade do Orkut denominada Upanema News.No tópico “VOCÊS CONCORDAM” Mané Bola acusa o senhor Valério Augusto de ter ficado com todos os recursos, principalmente financeiro, em sua administração como prefeito municipal. Por ter tido sua honra ferida, o ex-prefeito solicitou um direito de resposta que agora estamos concedendo.
De acordo com Valério, o seu mandato como prefeito foi marcado por conquistas para o povo de Upanema. Podemos citar como exemplo a política salarial implantada em seu governo. A partir desse momento todos os funcionários passaram a receber o salário mínimo. Segundo Valério, também foi mérito dele realizar a difícil transição entre o governo dos coronéis em Upanema e a política moderna. Foi Valério quem negociou todos os débitos que a prefeitura tinha com o INSS, a TELERN, BANDERN, etc, entregando sua administração com esses pagamentos em dia.
Com relação à Mané Bola, Valério faz questão de enfatizar que o verdadeiro Mané Bola e família também foram beneficiados pela sua administração, inclusive com casas.
Finalizando, sua prestação de contas foi toda aprovada e está a disposição para quem quiser conferir. Isso só mostra que Valério não ficou com 3 terços dos recursos. Na prática, não ficou com nada, pois, distribuiu tudo com o povo.
CONVERSA DO ORKUT
Vocês se espantam com essas coisas porque não entendem que POLÍTICA é um jogo. Ganha esse jogo quem melhor manejar as cartas. Como todo jogo, existem roubos, ambições, sorte, estratégia, inteligência. Ganha aquele que souber conduzir melhor todo esse processo.
Jander
Mane Bola, e quem é que perde nesse jogo?
Mané Bola
Depende.Quando os políticos são incompetentes, então o povo é quem se lasca.Mas quando o cara sabe jogar, todo mundo fica satisfeito. "Um pá mim, um pá tú e outro pá eu, ..."
Jander
"Um pá mim, um pá tú e outro pá eu, ..."Se eu entendi, vou tentar traduzir sua resposta, da ótica do político: Um pá mim - 1/3 (um terço) pra eleUm pá tú - 1/3 pra o povoUm pá eu - 1/3 (um terço) pra eleAcertei, num foi?
Mané Bola
Exatamente.O Político fica com 2/3 e o povo com 1/3.É o que Lula, Vilma e Jorge tem feito.Mas na época de Valério ele ficava com os 3/3. E ainda bota pose de honesto. Ah! uma urtiga no entre perna dele.
Mané Bola
Vale salientar que o povo deve ficar com os 3/3, não na práica do assistencialismo, mas com uma boa educação, saúde, agricultura, infra-estrutura, geração de emprego, asfalto de boa qualidade, e assim por diante.Infeslizmente a coisa nem sempre acontece como queremos. Já pensou não termos a necessidade de pagarmos um plano de saúde. E uma escola pública de boa qualidade. Tudo isso ainda é utopia por que os 2/3 ainda fica com os políticos. E tem desses (Valério) que ficam com tudo.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
PROGRAMAÇÃO DIÁRIA DO CARNAVAL TERMINARÁ MUITO CEDO
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
HISTÓRIAS DA NOSSA POLÍTICA
Dando o boga
Quem conhece a história política de Upanema sabe que Antônio Lopes já foi prefeito e também seu filho, Zé Lopes obteve essa "graça" do povo. Todos sabem porém, que nessa época era o tempo das vacas magras. Os pobres prefeitos administravam com muita dificuldade, e para amenizar esse sofrimento, o governo ajudava os mais pobres com o plano da emegência.
Em um dos anos que Antônio Lopes era prefeito, o governador da época decretou estado de calamidade pública. A emegência foi colocada em prática e acompanhado a isso vinha alguns alimentos para os pobres sertanejos escaparem. Dentre esses alimentos tinhamos um feijão chamado BUGRE.
Um certo dia uma mulher chega na casa de Antônio Lopes e diz:
__Seu Antônio, eu soube que o Senhor estava dando o BOGA e vim pedir pra mim.
O prefeito imediatamente responde:
__ Não minha filha, eu não estou dando o BOGA não. Será que até isso vocês querem que eu dê.
HISTÓRIAS DA NOSSA POLÍTICA
Comendo bosta
Na campanha de 88, onde disputavam a vaga de prefeito, o atual vereador Valério Augusto e o ex-vereador Bezerra filho, teve de tudo. Desde as tradicionais disputas políticas, até as histórias cômicas.
Um certo dia, Valério "ganhou o mato" pedindo voto, visitando casa por casa na zona rural, e consequentemente tendo boa receptividade numas e noutras não. Ele chegou numa casa onde estava servindo naquela mesma hora o almoço. Aí, sabe como é né? o pessoal da zona Rural são gente muito boa, adoram servir aos outros, e não obstante a isso, todo candidato adora um cafezinho, um almoço, no período de campanha. Quando sentaram-se à mesa, a dona da casa, trouxe uma buchada e convido-os para se servir. Quando Valério abriu o seu rolo, sentiu através do seu olfato um mau cheiro tão terrível de bosta que desapareceu imediatamente o apetite e a fome. Mas, mesmo assim, teve que engolir aquela indigesta comida pra não desagradar os seus eleitores que tão contentemente lhe servia.
Quando Valério sai daquela casa, disse para os seus companheiros: Nunca pensei que pra ser prefeito precisasse de comer bosta.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
DA SÉRIE: HISTÓRIAS DA NOSSA POLÍTICA
Um candidato a vereador lá pra as bandas do Palheiros, tinha um pavor de microfone. À simples mensão de que havia um equipamento desse nas imediações, e ele poderia ser convocado a falar, ficava nervoso.
Contudo, realiza-se um comício e o nosso candidato é logo avisado de que não poderá recuar. Temendo o pior, tratou de beber umas e outras. Para ele, é a garantia de coragem pra falar.
Depois de muitos discursos chega a ora do seu. O locutor, aos berros, o anuncia: "Vai falar,...". Já grogue, o candidato avança na direção do microfone, agarra-o e inicia filosoficamente: __ É pela primeira vez que boto a boca nesse "apareio".
DA SÉRIE: HISTÓRIAS DA NOSSA POLÍTICA
Vitória garantida
Alguns anos atrás, um candidato a vereador (muita gente sabe o nome dele) utilizando-se de uma astuta estratégia política e usando de maneira versada seus neurônios mandriãos, ponderou da seguinte maneira: Para um vereador se eleger precisa de mais ou menos, uns 200 votos. Se eu distribuir 500 cédulas com o meu número, poderei ganhar. Pois, pensava ele, prevendo uma quebra de 50% ainda terei votos de sobra pra me eleger.
Assim fez o pobre e ingênuo candidato. Quando as urnas se abriram, para surpresa do coitado só tinha apenas um único voto. Então ele disse a sua esposa: __ Você não votou em mim porque mulher?
A mulher responde: __ Ora, os outros que não lhe conhece não votou com você imagine eu que lhe conheço!!
DA SÉRIE: HISTÓRIAS DA NOSSA POLÍTICADA
Dois viados e uma galega
O Deputado Estadual Lavoisier Maia, nos tempos de "homem menos velho" era conhecido como o beijoqueiro-mor. Com Lavoisier não tinha perdão: passou na frente, tome beijo.
Na sua tentativa frustada de voltar ao governo em 1990, a trajetória não foi diferente. A acompanhá-lo nas caminhadas, o nada apressado Garibaldi Filho, ficava sempre distante. Lavoisier com um ritmo frenético, olhava para trás, vez por outra e não localizava Garibaldi.
Sem nenhuma pressa, Garibaldi Filho vai fazendo sua catequese eleitoral em meio ao povão, com escassos beijos, porém com a maciez nos cumprimentos e na fala. Lavoisier Maia ao perceber que não conseguia sucesso na tentativa de acelerar a marcha do companheiro, resolve retroceder para tentar localizá-lo. Encontrando-o, dispara uma síntese do sufoco que vinha passando no seu esporte:
__ VAMOS, GARIBALDI! POR SUA CAUSA JÁ BEIJEI DOIS VIADOS E PERDI UMA GALEGA!
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
DA COMUNIDADE UPANEMA NEWS NO ORKUT
HISTÓRIAS ENGRAÇADAS DA NOSSA POLÍTICA
AS FEZES DO POVO
Uma certa vez em um comício, já a noite, após um dia exaustivo, os oradores vão consumindo o tempo com discursos chatos e monótonos. Aí chegou a vez de um candidato, que em sua oratória tenta passar uma mensagem emotiva à platéia. Recorre aos céus, para associar suas palavras aos anseios do povo e ao seu misticismo.
Disse ele: Quero unir minhas palavras às de vocês. Depois, completa o raciocínio, hostilizando a gramática: "QUERO UNIR MINHA FÉ ÀS FEZES DE CADA UM DE VOCÊS.
Aí aguém gritou lá de baixo: "AH BICHO SEBOSO!!!!"
HISTÓRIAS ENGRAÇADAS DA NOSSA POLÍTICA
Vou contar uma que se passou aqui.
Um certo secretário do prefeito estava preenchendo um cheque no valor de R$ 69,00. Quando ele foi escrever esse número, perguntou ao prefeito se sessenta se escrevia com c ou ss, então o prefeito disse: Deixe de mesquinheza, arredonde pra setenta.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Setenta é bem mais fácil de escrever.
HISTÓRIAS ENGRAÇADAS DA NOSSA POLÍTICA
Esta é bem conhecida. um político de Upanema discursando em cima do palanque sai com a seguinte frase, ou quase: "Upanema vai sacabar" p.s. ele queria dizer se acabar.
HISTÓRIAS ENGRAÇADAS DA NOSSA POLÍTICA
Chapa e Perereca
A campanha rolando e o velho costume do assistencialismo é posto em prática. Entre outras ferramentas, a doação de "pererecas", ou seja, próteses dentárias, não perde o seu "charme". Um ancião, banguelo, assediado para trocar o seu voto por uma perereca, resolve fazer o negócio. No dia da eleição ainda com uso de chapa impressa, ele aparece para votar, com a perereca no bolso. Vota e vai saindo com a cédula na mão, quando alguém da mesa receptora lhe avisa: "EI, O SENHOR TEM QUE DEIXAR A CHAPA AQUI", apontando para a urna.
Pensando tratar-se da perereca, o velhinho a retira do bolso e desabafa: "EU SABIA QUE ISSO TINHA ENROLADA!"
HISTÓRIAS ENGRAÇADAS DA NOSSA POLÍTICA
Um candidato a Vereador achava que estava abafando
Em um comício na campanha de prefeito de 2000, um candidato a vereador disse: Quando Antônio Targino era prefeito queria fazer a ligação dos conjuntos com a coab velha, mais ele não teve CAPACIDADE pra isso.
kkkkkkkkkkkkk
Ele queria dizer CONDIÇÕES.
quinta-feira, 26 de julho de 2007
COMUNIDADE NO ORKUT CAUSA GRANDE CONSTRANGIMENTO A JOVENS UPANEMENSES
O ORKUT, que é muito visitado e utilizado por jovens e adolescentes, pode ser e é um perigo para essas pessoas, pois se utilizando do ORKUT pode-se realizar uma técnica chamada “mapeamento de redes sociais”, quando se consegue através do perfil (informações cadastradas) do ORKUT identificar em qual cidade, qual escola, qual clube ou barzinho a vitima é freqüentadora, etc.Infelizmente em Upanema, esta semana, algum jovem mal intencionado criou uma comunidade neste site de relacionamentos, intitulado “Cabaços de Upanema”, onde o mesmo passou a difamar várias de nossas jovens com as maiores imoralidades possíveis. O criador dessa comunidade pegava as fotos das jovens no seu perfil, e colocava na comunidade. Recebemos notícias de que, muitas dessas jovens citadas, entraram em desespero, choraram etc. A repercussão foi tão grande que, ao que parece, a comunidade foi excluída do Orkut.
Mesmo assim, aqui vão algumas dicas:
- evitem colocar fotos de biquíni etc.
- não coloquem fotos de crianças.
Evite colocar fotos de parentes e amigos;- Evite colocar telefone, endereço, CEP;- Cuidado com as informações que você ira colocar, pois você pode estar expondo locais que você gosta, horários, hábitos etc, seus dados podem ser verdadeiros, mas você nunca sabe os da pessoa que os estão monitorando, muitas vezes para o mal.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
ESTAMOS NO ORKUT
