UPANEMA NEWS
Aqui o importante é a notícia
sábado, 1 de agosto de 2026
Candidato ao Governo, Alyson Bezerra visita Upanema e cumpre agenda na cidade
sexta-feira, 12 de junho de 2026
DO FUNDO DO BAÚ - INAUGURAÇÃO DE CASAS POPULARES
📸 Mais uma foto do acervo Ribamar Ribeiro
O registro de hoje nos leva de volta à gestão do ex-prefeito Antonio Targino, durante a inauguração de um dos conjuntos habitacionais de Upanema. Trata-se de mais um momento importante da expansão urbana da cidade, quando novas moradias passaram a realizar o sonho da casa própria para diversas famílias.
Na imagem, vemos a apresentação de uma banda de música, que ajudava a dar um tom festivo às solenidades da época, além de dezenas de populares acompanhando o evento e participando dessa conquista para o município.
Agora contamos com a ajuda dos nossos leitores para completar essa história:
👉 Que banda era essa?
👉 Quem são os populares que aparecem na fotografia?
👉 Qual conjunto habitacional estava sendo inaugurado naquele momento?
Essas imagens são verdadeiros documentos históricos e cada comentário ajuda a preservar a memória de Upanema para as futuras gerações.
💬 Curta, comente e compartilhe. Sua participação é fundamental para identificarmos personagens, locais e acontecimentos da nossa história.
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terça-feira, 9 de junho de 2026
Caern trabalha para retomar o abastecimento em Upanema após vazamento em adutora
DO FUNDO DO BAÚ
quinta-feira, 28 de maio de 2026
30 ANOS DO ASSENTAMENTO NOVA VIDA
sábado, 16 de maio de 2026
FOTO DE REUNIÃO NO GINÁSIO AGRÍCOLA
quinta-feira, 14 de maio de 2026
FOTO DE REUNIÃO EM UPANEMA
quarta-feira, 13 de maio de 2026
📸 Aqui temos uma rara foto da antiga Associação Lítero Recreativa de Upanema — ALRU
Nos anos 1970, a ALRU teve papel importante na vida social e cultural da juventude upanemense, promovendo encontros, eventos e momentos de lazer que marcaram época. Para muitos, era um dos principais espaços de convivência e diversão da cidade.
Infelizmente, poucas informações e registros sobreviveram ao tempo sobre essa instituição tão importante para a história local. A associação funcionava no local que, anos depois, se transformou no antigo Clube Municipal e hoje abriga a Academia Municipal da Prefeitura de Upanema.
Por isso, essa fotografia ganha ainda mais valor histórico. Ela ajuda a manter viva a memória de um tempo em que os clubes e associações tinham papel fundamental na integração da comunidade e na animação da juventude.
👉 Quem viveu essa época ou possui mais histórias, documentos e informações sobre a ALRU pode entrar em contato conosco. Toda contribuição é importante para reconstruirmos juntos essa parte da nossa história.
A foto nos foi cedida por Carlos Lopes, a quem deixamos nosso agradecimento pela colaboração e confiança nesse trabalho de resgate histórico.
💬 Curta, comente e compartilhe para que mais pessoas possam conhecer e preservar a memória da nossa cidade.
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terça-feira, 12 de maio de 2026
HISTÓRIA DA CERÂMICA - PARTE 2
A repercussão da matéria sobre a antiga Cerâmica de Upanema acabou confirmando algo que muita gente já imaginava: de alguma forma, a Cerâmica estava ligada à história de praticamente todas as famílias da cidade.
Foram dezenas de comentários, lembranças e relatos enviados por pessoas que trabalharam no local, tiveram familiares empregados na Cerâmica ou simplesmente guardam memórias daquele tempo. Mais do que uma fábrica de telhas e tijolos, a Cerâmica Sevania fazia parte do cotidiano de Upanema.
Muita gente inclusive não conhecia o verdadeiro nome da empresa. A antiga Cerâmica levava o nome de Cerâmica Sevania, uma junção dos nomes Sebastião e Evânia, casal que administrou o empreendimento durante um dos períodos mais importantes de sua história. Pela importância que tiveram para o município, há quem defenda até uma homenagem futura, como o nome de alguma rua próxima à área onde funcionava a Cerâmica.
Mano, filho do casal Sebastião e Evânia, também trouxe novas informações sobre o encerramento das atividades da Cerâmica, ocorrido em 1995. Segundo ele, o principal motivo foi a dificuldade logística enfrentada pela empresa na época.
“Não tínhamos condições de disputar preço com as cerâmicas de Assú. O frete de Upanema para qualquer outra localidade ficava muito caro, principalmente porque naquela época não existia o acesso que temos hoje. Esse foi o maior motivo do fechamento”, relatou.
Ele também contou um pouco da trajetória de seu pai, Sebastião Corrêia Neto, natural da cidade de Apodi. Ainda criança, foi morar em Natal com a família, após seu pai, que era sapateiro, enfrentar dificuldades para sustentar os filhos no interior. Em Natal, Sebastião trabalhou desde cedo: juntou ossos e vidros, vendeu sacos de papel feitos com grude nas feiras livres e chegou a carregar balaio nas feiras da capital. Mesmo diante das dificuldades, conseguiu estudar, se formar e ainda ajudar o pai na criação dos outros oito irmãos.
Segundo Mano, Sebastião sempre manteve uma forte identificação com as pessoas mais humildes. Em Upanema, criou amizades profundas, principalmente com Dieca, Seu Nilton e Zé Leonel, avô deste autor, com quem passava horas conversando no escritório ou no alpendre da casa da Cerâmica.
As lembranças enviadas pela população ajudam a mostrar a dimensão que a Cerâmica Sevania teve para Upanema.
Joaquim Neto contou que seu pai, Antônio Joaquim, era responsável por uma das turmas de corte de lenha na região onde hoje ficam os assentamentos 4S. Segundo ele, cerca de vinte homens trabalhavam durante toda a semana no meio da mata cortando lenha para abastecer os fornos da Cerâmica.
Maria Mariza relembrou que seu esposo, conhecido como Titi, trabalhou durante muitos anos transportando telhas para Natal e Campina Grande.
Evanilson também recordou o período em que acompanhava o pai, Manoel Ciríaco, no corte de lenha para a Cerâmica. Segundo ele, havia dezenas de homens trabalhando na mata e um dos caminhões usados no transporte da lenha pertencia ao saudoso Tota, filho de Tonheiro das Barreiras.
Argemiro comentou que trabalhou vários anos na Cerâmica e destacou a importância social do local: “Foi um escape para muita gente. Lembro que chegou a empregar mais de 100 pessoas. Comecei ainda adolescente, com 12 anos.”
Ramiro relembrou o trabalho ao lado do pai, Seu Nelson, que ajudava a encher os fornos de telhas. “Fazemos parte desse capítulo da história de nossa Upanema junto com tantos outros da época”, comentou.
Rachel Carvalho contou que, ainda nos anos 1990, quando viajava para o Sítio Cajueiro, ficava olhando a Cerâmica ao se aproximar da travessia do rio.
Já Maria Aderalda lembrou da relação de sua família com Chico Veras e da antiga região da Baixa da Caraúba, ligada ao fornecimento de lenha para a produção.
Dedé Suenilson também compartilhou sua memória afetiva sobre o lugar: “Boas lembranças. Fiz parte dessa história. Era de Zé Reis, depois Sebastião Corrêia comprou. Eu era de dentro da casa de Dona Evânia, Tone e Mano. Faz mais de 40 anos, mas lembro dos quatro cantos da Cerâmica.”
Todos esses relatos ajudam a mostrar que a história da Cerâmica Sevania vai muito além de uma estrutura física ou de antigas chaminés. Ela representa uma época em que Upanema crescia através do esforço de trabalhadores simples, homens e mulheres que ajudaram a construir a cidade com as próprias mãos.
Hoje, as construções praticamente desapareceram. Mas a memória permanece viva nas fotografias, nas histórias contadas e, principalmente, nas pessoas que fizeram parte desse importante capítulo da história de Upanema.
segunda-feira, 11 de maio de 2026
CONHEÇA A HISTÓRIA DA CERÂMICA SEVÂNIA
https://youtu.be/rCFIzREPR2A?si=SZQcjbwGBTEAPkWO
A antiga Cerâmica de Upanema marcou uma geração inteira. 🧱
Durante décadas, aquele espaço às margens do Rio Upanema movimentou a economia, gerou empregos e ajudou a construir histórias que até hoje permanecem vivas na memória de muita gente.
As telhas e tijolos produzidos aqui seguiram para cidades do Rio Grande do Norte e para vários estados do Nordeste. Mas mais do que produtos, a Cerâmica deixou lembranças, amizades, trabalho duro e um capítulo importante da história de Upanema.
Hoje, através dessas fotografias antigas, podemos voltar no tempo e lembrar de um lugar que ajudou a construir a identidade do nosso povo.
Porque conhecer a nossa história é também valorizar quem veio antes de nós. ❤️
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quarta-feira, 29 de abril de 2026
DO FUNDO DO BAÚ - CASAS DE SEU ARTHUR
quarta-feira, 4 de março de 2026
GESTÃO MUNICIPAL VISITA CENTRO SOCIAL DR. MILTON MARQUES
domingo, 8 de fevereiro de 2026
DO FUNDO DO BAÚ
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Upanema amanhece sob forte chuva hoje
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
DO FUNDO DO BAÚ
📸 Do acervo Ribamar Ribeiro
Mais uma foto histórica dos nossos desfiles municipais.
Na imagem, estudantes desfilam levando uma faixa com a mensagem:
“Os estudantes saúdam a CNEC pelos seus 9 anos a serviço da educação de Upanema.”
Um registro que relembra a importância da CNEC na formação de gerações e no fortalecimento da educação em nosso município.
👉 E vocês, conseguem reconhecer alguma das moças que aparecem na foto?
💬 Curta, comente e compartilhe para que mais pessoas possam ajudar a identificar e preservar essa memória.
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
DO FUNDO DO BAÚ
📸 Voltando às fotos do acervo Ribamar Ribeiro
O registro de hoje mostra um momento solene da festa de 7 de Setembro, no final da década de 1980: o hasteamento das bandeiras, um dos pontos altos das comemorações cívicas em Upanema.
Na imagem, aparecem hasteando as bandeiras o prefeito de Upanema, Antonio Targino, o prefeito de Mossoró, Dix-Huit Rosado, e o vereador Cirilo Joaquim. Mais ao fundo, conseguimos reconhecer Júnior, filho de Maria de Lurdes.
E agora fica o desafio para vocês:
👉 Quem são as crianças que aparecem na foto?
👉 Você reconhece mais alguém nesse momento histórico?
💬 Curta, comente e compartilhe para ajudar a identificar personagens e manter viva a memória da nossa cidade.
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domingo, 1 de fevereiro de 2026
DO FUNDO DO BAÚ
📸 Mais uma joia do acervo do ex-prefeito Luiz Cândido Bezerra
Esta é daquelas fotos que mereciam estar emolduradas e expostas em um museu, tamanha a sua importância histórica. A imagem registra a antiga banda de música de Upanema desfilando pela Rua Salviano Florêncio, a nossa querida Rua Velha, assim chamada por ter sido a primeira rua da cidade.
A banda desce o antigo alto que existia naquela rua, seguida por dezenas de crianças — um retrato vivo de uma Upanema que pulsava tradição, música e participação popular. Cada detalhe da foto conta um pedaço da nossa história e desperta lembranças em quem viveu aquele tempo.
👉 Você consegue reconhecer alguma das crianças?
👉 E os integrantes da banda, alguém identifica?
👉 Mais algum detalhe da imagem chamou sua atenção?
💬 Curta, comente e compartilhe. Sua memória ajuda a manter viva a história da nossa cidade.
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sábado, 31 de janeiro de 2026
DO FUNDO DO BAÚ
📸 A foto de hoje traz mais um momento histórico do acervo Luiz Cândido Bezerra
O registro mostra a inauguração do Ginásio Agrícola, ocorrida no início dos anos 1970, um marco importante para a educação e o desenvolvimento do nosso município.
A imagem reúne muita gente conhecida, mas, desta vez, vamos deixar a maior parte das identificações por conta dos leitores. Destacamos apenas a jovem moça que aparece na linha de frente: trata-se da professora Aparecida, filha de Dedé Bezerra.
👉 E você, reconhece mais alguém nessa foto histórica?
💬 Curta, comente e compartilhe para ajudar a identificar personagens e manter viva a nossa memória.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Do fundo do baú
Na penúltima foto, acabamos confundindo os personagens — e aqui fazemos a correção, como manda a boa história.
Quem aparece na imagem é Zé Pereira, que morou por muitos anos na casa de Luiz Cândido, sendo tratado como um verdadeiro filho. Zé Pereira era irmão de Chapuleta, Amilton, Anete e Ceição. Infelizmente, já faleceu, vítima de um assalto em Parnamirim, ao qual reagiu.
Ele foi taifeiro da Aeronáutica e viveu por muitos anos em Recife, onde se casou com uma pernambucana e permaneceu após o casamento. Mesmo morando fora, nunca perdeu o vínculo com sua terra natal. Sempre que podia, vinha a Upanema visitar o Carão e também seguia para Tibau, onde mantinha forte amizade com Luiz Lino — uma daquelas amizades que o tempo não apaga.
Ao lado de Zé Pereira está Luzia, esposa de Luiz Cândido, personagem fundamental da nossa história e sobre quem ainda falaremos mais em outros momentos.
Um registro simples, mas carregado de afeto, memória e história.
💬 Curta, comente e compartilhe para manter viva a lembrança de quem ajudou a construir nossa história.
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