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O BRASIL DA CRISE - TEXTO 15 ENVIADO PELO PROFESSOR HOLANDA

dia domingo, 14 de fevereiro de 2016
         O Brasil está passando atualmente por um período turbulento na política e na economia. A cada dia, os brasileiros sofrem mais os efeitos dos desmandos políticos e econômicos. Não existe economia estável quando se tem um cenário político devastador. Quem faz parte da política brasileira não está nem um pouco interessado por lutar pelos interesses da maioria dos brasileiros que os escolheram como seus legítimos representantes. No congresso Nacional só uma minoria clama por dias melhores para todos.

         Com a crise, o Brasil parou de crescer. As estatísticas apontam para um PIB deficitário. Se o país não cresce, como dispor de recursos para manter a máquina estatal funcionando. Os governos parecem não entender que crise não se vence aumentando impostos. Fica difícil sobreviver como atividade produtiva diante do aumento de vários impostos visando uma maior arrecadação. Muitas empresas abrem falência e outras dispensam um maior número de empregados.

         Em vários estados, o atraso do pagamento ao funcionalismo está se tornando rotina, o que agrava mais ainda as finanças. A economia local sofre e os índices de arrecadação decresce ainda mais. Tudo se comporta muito bem na economia, quando os trabalhadores tem o dia certo para receber os seus vencimentos.

        A negação dos direitos para os funcionários públicos tornou-se mais acentuada com a crise. Os governos alegam que não podem concedê-los porque não tem dinheiro para pagar. Todo mundo perde porque quem não é respeitado perde o ânimo de exercer sua função com zelo e dedicação.

       Falta tudo. Na saúde, o caos aumenta quando se reduz os repasses para estados e municípios. O atendimento fica prejudicado e, aliado a isso, pessoas que com a crise saíram dos planos de saúde ajudam a superlotar hospitais e postos de saúde de todo o país. Cada vez mais, a saúde fica inoperante para resolver as angústias de quem procura um atendimento no serviço público de saúde. Na educação, a situação não é diferente. Milhares de crianças estão fora da escola quando a lei diz que toda criança deva frequentá-la. Escolas sem manutenção e professores mal remunerados completam o estado de caos que se encontra a educação brasileira.

         A crise precisa ser vencida. Os governos precisam buscar uma saída e não criar mais obstáculos, enfraquecendo mais ainda uma economia decadente. É preciso colaborar mais com quem produz e oferta vagas de empregos. Reduzir juros para que a economia tenha fôlego, comércio aumente as vendas e que as indústrias produzam mais e gerem mais empregos. A economia só melhora quando surgir algum indicador favorável ao seu crescimento.
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