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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

ECONOMIA DO MUNICÍPIO PEDE SOCORRO

::economia
         A crise econômica a muito que chegou no comércio local e o poder público em nada procura ajudar a melhorar a situação. Confira nossa opinião em nosso comentário de hoje.


quinta-feira, 15 de outubro de 2015

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

HORÁRIO DE VERÃO COMEÇA NESTE DOMINGO!

http://sobreisso.com/wp-content/uploads/2015/10/horario-de-verao.png18h00 - NOTÍCIA TODA HORA
 
No próximo domingo (18), à 0h, milhões de brasileiros terão que adiantar os relógios em uma hora. É o início da temporada 2015/2016 do horário de verão. Os estados das regiões Nordeste e Norte não estão incluídos.

O horário de verão será aplicado nos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, do Paraná, de São Paulo, do Rio de Janeiro, Espírito Santo,de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

O principal objetivo da medida é, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a redução da demanda no período de ponta, entre as 18h e as 21h. A estratégia é aproveitar a intensificação da luz natural ao longo do dia durante o verão para reduzir o gasto de energia.

Entre os meses de outubro e fevereiro, os dias têm maior duração em algumas regiões, por causa da posição da Terra em relação ao Sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.

Segundo dados do Ministério de Minas e Energia (MME), o horário de verão representa uma redução da demanda, em média, de 4% a 5% e poupa o país de sofrer as consequências da sobrecarga na rede durante a estação mais quente do ano, onde o uso de eletricidade para refrigeração, condicionamento de ar e ventilação atinge o pico.

Atualmente, o horário brasileiro de verão é regulamentado pelo Decreto 8.112, de 30 de setembro de 2013, que revisou o Decreto nº 8.556, de 8 de setembro de 2008. Ele começa sempre no terceiro domingo do mês de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente, exceto quando coincide com o carnaval, caso em que é postergado para o domingo seguinte.
Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 6 de outubro de 2015

CARNAUBAL SE DESTACA NA ECONOMIA LOCAL

》》economia
O chamado carnaubal é uma das fontes de renda mais importantes do nosso município, além de grande geradora de emprego para a população de Upanema. São centenas de trabalhadores que passam a ingressar nessa produção nesse período do ano.

Sua produção concentra-se principalmente as margens do Rio Upanema, onde as palmeiras de Carnaúba vão fornecer à palha, que depois de cortada, vai ser vendida para se produzir a cera. Esta por sua vez, possui inúmeras utilidades.

Para compreender um pouco mais sobre essa economia, e atendendo a convite, retornamos mais uma vez ao carnaubal do nosso amigo Zé de Ana, dessa vez com o compromisso de almoçar com os trabalhadores. Assim fizemos no último sábado, onde entramos pela tarde em uma conversa agradável com Zé de Ana e sua equipe como Wilson, Sales, Armando, entre muitos outros.

Sem dúvidas o carnaubal possui um potencial econômico muito importante em nossa município, apesar de nenhum incentivo do poder público. Parabéns a todos aqueles que fazem o carnaubal em nosso município.
 

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Petrobras reajusta preço do gás de botijão em 15% a partir desta terça

O preço do gás liquefeito de petróleo (Gás de cozinha) vendido em botijões de 13 quilos, terá reajuste de 15% a partir desta terça-feira (1º). O comunicado foi feito pela Petrobras nesta segunda-feira (31) e repassado ao mercado.

Segundo a pesquisa de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de 13 quilos no país era de R$ 46,19 na semana passada. Com um reajuste médio de R$3, o novo preço será superior a R$ 49.

Segundo a Petrobras, este é o primeiro aumento do preço do gás de cozinha desde dezembro de 2002.
Fonte: Mossoró de Hoje

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Preço da gasolina pode ter aumento de até 9,5%, apontam economistas

http://w1.c24hsttc.net/uploads/RTEmagicC_6b35fef6fc.jpg.jpgAlém dos aumentos de preços administrados anunciados recentemente estarem surpreendendo para cima, alguns economistas estão incluindo em seus cenários de inflação deste ano um possível reajuste nos preços da gasolina. Para eles, será necessário reforçar o caixa da Petrobras por causa da alta da cotação do petróleo no mercado internacional e da desvalorização do câmbio no Brasil.  

Além disso, a empresa já deu sinais de que vai reajustar os combustíveis. Essa percepção ganha força na medida em que o mercado acredita que a estatal tem autonomia para decidir sobre sua política de preços independentemente da inflação. 

O economista-chefe do banco Safra, Carlos Kawall, trabalha com um cenário de reajustes nos preços da gasolina em 2015, de 9,5% e de 6,0% na refinaria e na bomba, respectivamente, distribuídos em duas etapas, uma no meio e outra no fim do ano.

Esses números teriam um impacto de 0,24 ponto porcentual no IPCA. Kawall disse que a defasagem entre os preços internos da gasolina ante o mercado externo, que já chegou a ser vantajosa para a Petrobras em cerca de 40% no ano passado, agora está na faixa de 5,0%.

Na semana passada, o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Monteiro, reafirmou que a estatal “tem liberdade e vai praticar preços competitivos e de mercado”. Segundo ele, esse é um compromisso da companhia com acionistas e também com o mercado, uma vez que a redução do endividamento é tida como prioridade pela atual diretoria.
Fonte: Correio

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

PROFESSORES JÁ SONHAM COM AUMENTO

::salário
A primeira parcela do FUNDEB desse mês teve um aumento de 74,8% em relação ao mesmo período do ano passado. 

Veja os números:
01/01/2010 à 11/01/2010 - R$ 84.101,50
01/01/2011 à 11/01/2011 - R$ 147.009,25

Esses números parciais já animaram a classe de professores que anseia por um aumento que compense as perdas salariais ocasionadas pela falta de aumento em 2010. Propostas já estão sendo pensadas diante dos 15% de aumento no repasse do FUNDEB em 2010 somados com a previsão de aumento do repasse para este ano.

Ficamos na torcida...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MUNICÍPIO JÁ RECEBEU MAIS DE MEIO MILHÃO EM 2011

http://organismo.art.br/blog/wp-images/dinheiro2.jpg::economia
Os municípios do RN receberam nesta segunda-feira (10) a primeira parcela do Fundo de Participação dos Municípios – FPM de 2011. O repasse feito ao município de Upanema superou todas as expectativas atingindo a significativa quantia de R$ 333.779,42C. Totalizando com os demais repasses, nos primeiros dez dias de 2011 a prefeitura já dispõe nos cofres de nada menos que R$ 602.880,43C.

Para efeito de comparação, no mesmo período de 2010 o FPM repassado ao nosso município foi de R$ 201.028,81C de um total de apenas R$ 347.831,14C de recursos recebidos. Assim, tivemos um aumento de quase 80%.

Claro que este é apenas o primeiro repasse do ano, mas gera uma expectativa de recuperação financeira dos municípios ao longo de 2011 encerrando por definitivo o discurso de crise.

segunda-feira, 1 de março de 2010

CRISE, QUE CRISE?

::economia
Neste início de ano as finanças do município mostram que a crise já nos abandonou. Isto porque voltamos a valores acima de 2008, portanto, antes da crise mundial.
Para efeito de comparação pegamos os valores dos meses de janeiro e fevereiro de 2008, 2009 e 2010.
Acompanhe os dados:
Em 2008, antes da crise, Upanema recebeu 2.419.569,38C.
Em 2009, ápice da crise econômica, recebemos 2.200.609,78C.
Em 2010 recebemos 2.445.520,11C.
Sendo assim, a crise econômica definitivamente não existe mais, afinal, contra os números não podemos lutar.

sábado, 19 de julho de 2008

Produção potiguar caiu 39% em 2007

A produção norte-rio-grandense de cereais, leguminosas e oleaginosas fechou o ano de 2007 com um déficit de 38,61% em relação a 2006. A estiagem que afetou, principalmente, as regiões de Mossoró, Agreste e Borborema potiguar foi apontada como a principal razão para a queda, segundo a pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Um total de 72.565 toneladas foram colhidas, valor que representa uma redução de 45.629 toneladas ante a produção de 2006.
As maiores quedas ficaram por conta da mamona, com redução de 83,77%, algodão arbóreo (-59%), algodão herbáceo (-58,46%), milho (-45,42%), feijão (-34,68%) e sorgo granífero (-31,97%). Com exceção da mamona, que teve sua redução ocasionada por problema de comercialização do produto em safras passadas, as demais quedas foram ocasionadas pela escassez de chuvas. O arroz foi a única cultura que figurou em alta, com incremento de 40,24% na produção, devido, segundo a pesquisa, à grande parte do plantio ser realizada em áreas de vazantes de açudes.
No ano passado o Rio Grande do Norte teve um total de 179.730 hectares de área plantada, enquanto a colheita foi registrada em 120.252 hectares. De acordo com o IBGE, o milho deteve a maior participação na produção, com 38,86%, seguido pelo feijão, com 29,44%. O sorgo granífero apareceu em terceiro lugar com 19,60% e logo depois veio o arroz em casca, com 6,97% de participação na safra. Em quinto lugar, o algodão herbáceo contribuiu com 5%, enquanto o tipo arbóreo e a mamona tiveram participações irrisórias.
Na pesquisa das áreas, a microrregião da Chapada do Apodi respondeu por 25% da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2007. A de Mossoró, apesar de ter ocorrido perdas em algumas culturas, aparece em segundo lugar com 16,6% da produção. O município de Pau dos Ferros figurou na terceira colocação, com 11,16%, enquanto as microrregiões Agreste e Borborema potiguar - mais afetadas pelos fenômenos climáticos -, ficaram na quarta e sétima posição respectivamente, com percentuais de 8,2% e 4,14%.
O arroz, única cultura que sofreu incremento na produção, registrou colheita de 5.060 toneladas no ano passado, em um total de área colhida de 1.419 hectares. As cidades de Felipe Guerra, Apodi e Caraúbas apresentaram as maiores produções.
Algodão
Já o algodão norte-rio-grandense totalizou 3.752 toneladas em 2007, índice 58,46% menor do que o registrado na safra do ano anterior. Os municípios de Alto do Rodrigues, Ipanguaçu e Mossoró foram os maiores produtores e os preços médios obtidos ao produtor foram de R$ 0,97 por cada quilo de algodão.
A produção estadual de feijão totalizou 21.357 toneladas no ano passado. O déficit registrado foi de 34,68% ante 2006 e destacaram-se, entre os municípios de maiores safras, Apodi, Baraúna e São Miguel. A mamona registrou a maior queda: 92 toneladas foram colhidas, número 83,37% menor do que a safra 2006. Caraúbas, Upanema e Bodó apresentaram as maiores produções, com 30, 28 e 12 toneladas, respectivamente.
O milho conseguiu uma produção de 28.191 toneladas em 2007, menor 45,42% que a registrada na safra 2006. A área colhida foi de 51.290 hectares e os maiores produtores foram os municípios de Apodi, Baraúna e São Miguel. O sorgo granífero, assim como as outras culturas, também teve sua safra reduzida: produziu 31,97% menos, totalizando 14.221 toneladas.
Fonte: Diário de Natal

sábado, 19 de janeiro de 2008

Melão lidera a pauta com US$ 85,2 milhões em 2007

O Rio Grande do Norte finalizou o ano de 2007 com grande sucesso nas vendas para o comércio exterior. Segundo dados da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Econômico (Sedec) as exportações potiguares atingiram um crescimento de 10,5% comparado ao ano de 2006, desconsiderado o petróleo que, como indicavam os números ao longo do ano, ficaram de fora das vendas para o exterior.
A fruticultura com as exportações do melão se manteve como o primeiro item da pauta externa, surpreendendo em função do valor apresentado de 85,2 milhões de dólares, o que representou um crescimento de 46,6% em relação ao ano anterior. Segundo os produtores, em 2007 as exportações do melão poderiam ter gerado uma receita ainda mais elevada para o Estado se não fosse a antecipação da colheita devido à variação do câmbio.
Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Marcelo Caetano Rosado, os números positivos de 2007 refletem a capacidade de crescimento constante da economia do Rio Grande do Norte em diversos setores nos últimos anos. “As atividades econômicas do Estado têm recebido investimentos tanto do Governo Estadual como do empresariado local que resultam no crescimento da presença potiguar no mercado externo”, destaca Marcelo Rosado.
A castanha de caju e o camarão, apesar do declínio verificado em 2007, permaneceram em segundo e terceiros lugares com exportações em 40,1 milhões de dólares e 32,2 milhões de dólares, respectivamente. A banana, outro importante produto da fruticultura potiguar, produzida em grande escala no Vale do Açu, alcançou a quarta colocação com a marca de 28,1 milhões de dólares exportados, mantendo o ritmo de alta em relação a 2006 com crescimento de 14,3%, e em relação ao ano de 2005 o crescimento de 43,8%.
No setor industrial, os produtos do segmento de confeitaria apareceram na pauta exportadora potiguar, com 21,7 milhões de dólares em vendas, o maior recorde para as empresas do setor. Segundo os dados da Balança Comercial, as vendas aumentaram 7,9% em relação ao ano de 2006 e cresceram 65,7% se comparado a 2005. Alguns produtos da indústria têxtil no segmento de confecção também indicaram um bom índice de expansão externa no ano de 2007, principalmente com os cobertores e mantas que exportaram 9,2 milhões de dólares, um aumento de 303,2%. As roupas de cama com 6,6 milhões de dólares e aumento de 73,8% e os fios têxteis com vendas de 1,4 milhões de dólares e aumento de 468,7%. Já os tecidos e t-shirts (camisetas), por outro lado, apesar do volume de vendas expressivo, apresentaram queda em 2007, de 40,0% e 57,8%, respectivamente.
Para os produtores de cera de carnaúba, o ano passado bateu todos os recordes em exportações já vistos no Rio Grande do Norte com o crescimento de 300,6% em exportações comparado ao ano de 2006, proporcionando uma receita de 6,2 milhões de dólares. O minério, com o tungstênio e seus quase 2,5 milhões de dólares exportados em 2007, foi responsável por um aumento de 220% em relação a 2006. O minério de ferro, apesar de poucos embarques no final do ano, concluiu o ano como o nono item de maior expressão nas vendas para o mercado externo, com 12,3 milhões de dólares. O granito, também, encerrou o ano com ótimo índice: 64,7%, resultando em 5,4 milhões de dólares em exportações.
Dentre os 26 produtos que ultrapassaram a barreira do milhão em exportações no Rio Grande do Norte, apenas nove não contribuíram para um melhor resultado estadual. A queda persistente e duradoura do dólar ao longo de todo o período de 2007 foi o grande responsável pelo desempenho inferior ao potencial exportador estadual, afetando principalmente o setor da fruticultura. Os números, não fosse a dificuldade cambial, seriam certamente ainda mais favoráveis à injeção de novos capitais externos na economia potiguar.
Fonte: site de Pedro Carlos

Melão: situação de Upanema

Nota do blog: enquanto a produção e exportação de melão crescem em nosso estado, mesmo com a queda do Dólar, em a situação é totalmente o contrário. A produção no ano de 2007 foi insignificante se comparado com anos anteriores. A explicação que os "filhos de Caindinha" nos apresentam é que isso está acontecendo por pura incompetência administrativa dos produtores. É torcer para que este quadro mude, pois Upanema tem um potencial enorme para desenvolver a fruticultura irrigada.