>>sindicalismo
De acordo com o conceituado
dicionário Aurélio, pelego é “aquele que, nos sindicatos, trabalha
sorrateiramente contra os interesses dos trabalhadores”, ou seja, “capacho” do
patrão!
Ora meus amigos, qual associado
hoje em dia, além da patotinha que atualmente comanda a entidade, discorda da
utilização desse termo para o atual momento vivido pelo SINDSERPUP? Nenhum!
O Sindicato está amordaçado,
tenta fazer com que a política da prefeitura tenha uma maior aceitação entre os
servidores, se utilizando de fórmulas variadas, desde a defesa simples da
política oficial até a desmobilização dos próprios trabalhadores, como aconteceu
na parada da última segunda-feira (30/09).
Antigamente entendíamos como
pelego aquele que “secretamente” defendia os interesses do patrão. Hoje em dia,
essa claque está tão audaciosa, confiante em seu poder, que não esconde seus
interesses, deixa claro sua defesa do prefeito municipal.
Nos últimos nove meses essa
claque, travestida de sindicalistas, tem saído pelas ruas desmoralizando
inclusive sócios e colegas professores, tudo em nome da permanência no poder ou
na tentativa de justificar os cargos e comissões para os seus!
Esses pobres coitados, talvez
cegos pela ilusão do poder, gente da mais baixa estirpe, esquecem que um dia
voltarão a serem simples professores, como a grande maioria dos demais sócios,
e o que é pior, talvez lhes venha a faltar à coragem de olhar nos olhos dos
demais colegas ante sua covardia quando teve oportunidade de fazer diferente!

5 comentários:
Concordo plenamente com vc,vou mandar tirar meu nome!!!!não presta pra nada.
PARA QUE SERVE UM SINDICATO?
A luta de classes surgiu exatamente para exigir direitos negados aos trabalhadores. O sistema capitalista tem como objetivo maior a incessante busca pelo lucro custe o que custar. Oferece o mínimo permitido em lei ou às vezes, menos do que isso. E da ferrenha exploração da massa trabalhadora é que nasce o enorme lucro do patrão. A União dos trabalhadores em torno de uma luta surgiu logo no surgimento da Revolução Industrial na Inglaterra.
Os trabalhadores começaram a entender que a luta tinha que ser feita com dedicação e união de todos os prejudicados pela lógica capitalista. A categoria deve demonstrar o seu esforço junto com a sua entidade de classe. Divisões internas e brigas pelo poder não traz bons resultados e os patrões ficam felizes por existir tais divisões.
É fácil perceber a existência de sindicatos dirigidos por pessoas que não tem o real compromisso com a verdadeira luta de classes. Está apenas fazendo parte e aproveitando a oportunidade para se promoverem. É triste essa contestação e é o que mais contribui para o fracasso da luta da classe.
No serviço público acontece o mesmo. Quem deveria mais representar a categoria muitas vezes, busca se promover ou representar o grupo politico do qual faz parte. Sindicato nenhum deve ficar ao lado de governante nenhum. É pra aplaudi-lo quando sua administração trouxer benefícios para a categoria a qual representa. Toda discursão que for feita deve ser em prol da melhoria da mesma.
Nas movimentos grevistas dos quais participo, na condição de professor da rede estadual e da rede municipal do Natal, percebo as diferentes posturas do sindicato em relação a um determinado movimento grevista em detrimento de outro. Existe na verdade duas moedas de negociação: uma para o estado e outra para o município do Natal; isso, depende de qual grupo politico esteja no poder de cada uma das administrações.
Percebo a falta de interesse pela luta por muitos colegas professores. Os sindicatos podem produzir esse apatia na classe trabalhadora. É sair do foco de lutar pela classe e bater palmas para os governantes que mais se alinham aos anseios e ações de pessoas que se dizem líderes dos trabalhadores.
Entende-se que a luta de classe tem que ser feita realmente por quem estar na luta diária. Não é apenas um líder de sindicato que pode sozinho decidir como a entidade pode andar. É preciso que as ações reflitam apenas os anseios e angústias dos trabalhadores por ele representados.
A classe trabalhadora precisa adquirir a consciência de que ela é a responsável por mudanças. Não pode cruzar os braços e ficar esperando apenas por ações dos líderes dos sindicatos. A força nasce da maior participação dos trabalhadores na construção de sua própria luta. É dessa força que os governos temem. É o que mais falta nos dias de hoje. A luta dos trabalhadores nunca será do interesse dos governos caso parta da união de todos.
PROFESSOR HOLANDA
AMOR, PAZ E ESPERANÇA´
PARNAMIRIM-RN
11.10.2013
Tenho ouvido de alguns deles, que quando voltar a ser simples professor, voltarão a lutar pela categoria. Não considero isso frase de professor, mas sim de gente medíocre e sem escrúpulo. Pobres miseráveis sem pudor.
KKKKKKKKKKK EU JÁ SABIA, PAGA SINDICATO QUEM QUISER MAIS O DINHEIRO ESTÁ INDO PRO RALO KKKKKKKKKKKKK EU JÁ SABIA!
Portanto, um sindicalista pelego é aquele que finge representar a classe operária, mas na verdade manipula essa massa em nome dos patrões, representando na verdade esses.
O dirigente sindical pelego “amacia” os trabalhadores para o patrão.
E olha a origem do termo “pelego”: pelego é um pano que se coloca sobre o cavalo, embaixo da sela, amaciando o contato dessa com o animal.
Exatamente como faz o Sindserpup, a serviço de interesses partidários e hoje ostensivamente contra os professores da rede municipal de Upanema, lutando por melhores salários e condições adequadas de trabalho.
Ou seja: “amaciando” a situação para o prefeito Luiz Jairo. Que vergonha esse sindicato.
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