“Durante vários meses, em alguns anos, nós tivemos uma realização de
preços no mercado no Brasil maior do que o preço internacional. O que
nós estamos vivendo hoje é o contrário. Na média dos anos, se
considerarmos dez anos, desde 2002, nós estamos com resultado positivo
favorável à Petrobras. Então, no curto prazo, não há previsão de aumento
de combustíveis”.
Graça defendeu o aumento da proporção de etanol misturado à gasolina,
apesar de dizer que não tem influência sobre a decisão, que cabe ao
governo e à Agência Nacional do Petróleo (ANP).
Fonte: blog de Robson Pires
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