“Hoje, os professores da rede pública, de nível médio e que cumprem jornada de 40 horas semanais têm direito ao piso, que atualmente é de R$ 1.187,00. A responsabilidade é dos estados e municípios, mas muitos dizem não ter condições financeiras para pagar. Com o objetivo de apoiar os que comprovem insuficiência de recursos, o Ministério da Educação está reservando cerca de R$ 1 bilhão do orçamento. As exigências para que possam receber as complementações foram abrandadas, para que o piso salarial nacional seja efetivamente pago.”
E prosseguiu: “O salário de um professor com curso superior equivale a
60% do que recebe um profissional de outra área com o mesmo nível de
formação. E nós não podemos perder talentos da educação para outras
profissões. Por isso, estamos agindo em relação aos salários e em várias
outras frentes. Por exemplo, o novo Plano Nacional de Educação, para o
período de 2011 a 2020, que está em discussão no Congresso Nacional, tem
como uma das prioridades a valorização dos professores, o que inclui
estabelecer um plano de carreira que, assim como o piso, deve ter
caráter nacional.”
Fonte: blog do Planalto
Um comentário:
Aí vem a pergunta: algum prefeito ou governador que chora a falta de dinheiro já tentou provar isso para o MEC? Ninguém ouviu falar nisso. Só sabem molhar lenço!
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